Good Riddance – A Comprehensive Guide To Modern Rebellion


Quando o hardcore melódico começava a ficar grande na metade dos anos 90, uma banda me chamou muita a atenção, os californianos do Good Riddance se diferenciavam das outras bandas da Epitaph Records, com um punk rock rápido, ótimas melodias e uma agressividade beirando o metal, mas ainda sim bem melódico.
Na primeira audição, duas faixas se destacam, a energética “A Credit To His Gender” e o hino “Last Believer”, porém, o disco todo é muito bom.
Até hoje eu fico de cara com esse disco, é demais.
Para mim, está entre os cinco melhores daqueles saudosos anos 90, hardcormente falando.

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DFC – Split


O DFC é disparado uma das bandas mais poderosas do hardcore brasileiro, nesse epzinho com apenas seis músicas, os caras mostram em porradas como “Boletim de Ocorrência”, “A Sete Palmos do Chão”, “Nasce um Monstr”, “Dirty Sanchez”, “Filho da puta” e “Cidade de Merda”, que continuam fiéis ao hardcore toscão, rápido, com letras inspiradas e bem divertido.
Classe como sempre.

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Megadeth – Endgame


Depois de discos maravilhosos nos anos 80 e na primeira metade dos anos 90, a banda de Dave Mustaine deu uma vacilada com discos irregulares, mas prova com esse Endgame que ainda dá caldo.
Com esse disco, o Megadeth retoma seu lugar entre os grandes do metal pesado, ao lado do Slayer e do Metallica.
Muito bom !

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Black Rebel Motorcycle Club – B.R.M.C


Apesar de ser uma cópia descarada do grande Jesus and Mary Chains, o BRMC mostrou nesse primeiro disco que é uma boa banda de rock n´roll e os discos posteriores provaram que a banda era realmente boa.
O disco completará dez anos, mas segue sendo uma das melhores coisas lançadas nessa morna década 00.

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The House of Love – Black Sesions


Sabe aquela paixão a primeira ouvida ?
Foi o que aconteceu quando eu ouvi, essa maravilhosa banda inglesa.
Tive a sorte de achar um vinil em excelente estado e passei a ouvir obcecadamente tudo sobre eles.
A sonoridade é aquele pop perfeito, que um tal de Smiths, um dia conseguiu fazer e várias bandas copiaram. O The House of Love não soa exatamente como o Smiths, mas não nega as influências.
Demais.

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Suicidal Tendencies – The Art Of Rebellion


Lançado em 1992, esse disco do Suicidal Tendencies dividiu opiniões, muitos fãs antigos, não engoliram o fato da banda ter virado mainstream e de certa forma ter mudado a sonoridade calcada no punk, que fez a banda famosa nos anos 80, outros gostaram do novo som, claramente mais pop, mais elaborado e melhor tocado.
Passados quase vinte anos, o tempo mostrou que a banda acertou, hoje o disco é considerado um clássico e muita gente passou a gostar dele.
Eu acho que os primeiros discos eram fantáticos, mas esse está a altura e mantém o respeito dessa excelente banda californiana.

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senha: Mr_Nadeau

Mondo Generator – Cocaine Rodeo


Só pela capa e pelo nome do disco, já da para se ter uma ideia do que rola !
Esse é o primeiro e insano disco do projeto liderado pelo baixista maluco Nick Oliveiri, aquele figura que tocava no Queens of the Stone Age e ficou peladão no Rock in Rio.
O som é o autêntico stoner rock, chapado, bem na linha do QOTSA, contando com a participação da nata do stoner, como Brant Bjork e Rob Oswald (Karma to Burn) na bateria, John Garcia (Kyuss) no vocal, Josh Homme (QOTSA) na guitarra.
Divertido, para ouvir com uma cerveja na mão e no volume máximo !!!!

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