Mondo Generator – Cocaine Rodeo


Só pela capa e pelo nome do disco, já da para se ter uma ideia do que rola !
Esse é o primeiro e insano disco do projeto liderado pelo baixista maluco Nick Oliveiri, aquele figura que tocava no Queens of the Stone Age e ficou peladão no Rock in Rio.
O som é o autêntico stoner rock, chapado, bem na linha do QOTSA, contando com a participação da nata do stoner, como Brant Bjork e Rob Oswald (Karma to Burn) na bateria, John Garcia (Kyuss) no vocal, Josh Homme (QOTSA) na guitarra.
Divertido, para ouvir com uma cerveja na mão e no volume máximo !!!!

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Losing Money & Losing Friends


Compilação com várias bandas, normalmente é um porre, tem meia dúzia de banda legal e o resto é um lixo, mas sabe aquelas compilações que você não se cansa de ouvir, fica maravilhado com as bandas e depois vai correndo buscar, conhecer mais, procurando desesperadamente os discos ?
Então essa é uma delas !
Aqui nomes conhecidos como Club 8, Ciao Bella, The Delgados e Holiday, se misturam com outras mais obscuras, misturando perfeitamente o indie pop com o indie rock.
Demais.

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Korzus – Discipline of Hate


O Korzus é uma verdadeira lenda viva do trash metal nacional, os caras arrebentam desde os anos 80, são da mesma época de bandas como Viper e Sepultura e mostram que foram os únicos que realmente mantiveram o padrão de qualidade em cima.
Esse novo disco é uma verdadeira aula de metal pesado, obviamente que a sonoridade “Slayer” está presente, já que desde o comecinho da carreira dos caras, eles mesmo nunca negaram que a banda de Tom Araya era a maior influência, mas tem ecos de Nuclear Assault também, ou seja, a sonoridade é aquela dos anos 90, porém com uma produção atual.
Da formação original, apenas o vocalista Pompeu e o baixista Dick continuam, mas os caras não deixam a peteca cair, é impressionante, mudam os integrantes e o padrão não cai, nunca !
Discaço, que merece ser ouvido, por quem gosta de metal.

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The Magic Numbers – The Runaway


Para mim demorou uma eternidade sair esse disco, não aguentava mais ouvir apenas os dois ótimos discos dessa grande banda. Agora é hora de enjoar de ouvir esse.
Para quem ainda não conhece, os caras fazem um ótimo pop, com uma pegada sessentista incrível, coisas de quem ouviu Beach Boys e Beatles demais, sacou ?
Corram antes que eu tenha que retirar o link !!!!

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Math and Physics Club – I Shouldn’t Look As Good As I Do


O Math and Physics Club, vem lá da terra do grunge, mas aposta num delicioso indie pop, com claras influências de Felt, Smiths e Belle and Sebastian.
Os caras tocam muito bem, dando ênfase no trabalho de guitarras, dedilhadas com carinho e bases solidas para o autêntico pop oitentista, já o vocal é meio preguiçoso, lembrando demais o B&S.
Muito bom.

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Tesla – Five Man Acoustical Jam


Esse disco é um dos meus discos preferidos de todos os tempos.
Gravado em 1990, esse disco saiu na época em que o hard rock estava gigante no mundo, com bandas como Guns and Roses, Motley Crue, Poison e outras, dominando as paradas de sucesso.
O que me chamou a atenção na época, foi o fato de a banda ser bem mais ou menos nos discos de estúdio, aliás, uma banda do segundo escalão do hard rock e ter lançado um disco maravilhoso desses num formato não muito comum.
A banda é competente, os caras tocam bem, apesar de não ter nenhum músico excepcional, mas o carisma e a forma como foi gravado esse disco, foi demais para mim.
Os caras começam detonando com “Comin’ Atcha Live + Truckin'” da seminal banda Grateful Dead, emendam com a ótima “Heaven’s Trail (No Way Out)” e a baladaça “The Way It Is”, apelam para um cover óbvio dos Beatles, “We Can Work It Out”, emocionam com o hit máximo deles, “Signs”, explodem em “Gettin’ Better”, voltam para as baladas matadoras em “Before My Eyes” e “Paradise”, mandam bem demais em “Lodi”, da lendária banda Creedence Clearwater Revival e “Mother’s Little Helper” de um tal de Rolling Stones e lá pro final guardam ainda mais uma balada destruidora “Love Song”.
O mais legal desse disco, é que os caras tocaram em um bar pequeno, sem muitos ensaios, sem a pompa dos acústicos que vieram depois, tudo bem cru e com pegada roqueira.
Excelente e indispensável.

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John Butler Trio – April Uprising


John Butler Trio é mais grande banda australiana que agrada a surfistada e também os ouvintes mais sossegados, que gostam de um som relaxante, tranquilo.
Os caras já possuem uma década de bons serviços prestados e esse último disco, segue na linha pop rock suingado, com pitadas de folk, bluesgrass, no melhor estilo Ben Harper, Beautiful Girls, Jack Johnson e por aí vai.
Recomendo todos os discos, que são bem legais também.

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